Exemplo de Documentação para Gestão de Projetos

Olá, pessoal!

No post de hoje irei compartilhar um trabalho desenvolvido pelo meu grupo na pós, este é um exemplo de documentação para gestão de um projeto de desenvolvimento de sistemas.

Caso tenham duvidas ou sugestões por favor comentem.

Obrigado, um grande abraço!

 

 

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Criando Mind Map para arquitetura de aplicação Java Web com JSF 2.2 com CDI, Primefaces 5.1 e EJB 3

No post de hoje irei mostrar uma implementação de Mind Map(mapa mental) para aplicação JSF com CDI, Primefaces e EJB.Alguém pode perguntar mas para que irei utilizar um Mind Map em java, farei um resumo sobre o que é e porque utilizar.

Inicialmente iria utilizar os Mind Maps para auxiliar nos estudos para tirar a certificação Java ‘Java SE 7 Programmer I (1Z0-803)’, mas percebi que posso aplicar esta técnica no meu dia-a-dia também para memorizar a arquitetura básica de uma aplicação Java Web.

projetoJSFCDIWeb

Mid Map foi desenvolvido pelo inglês Tony Buzan na década de 70 e se destaca por estimular os dois lados do cérebro. O lado esquerdo fica responsável pelas palavras-chave, hierarquização das informações; e o lado direito pela junção e interpretação das cores e imagens.

Com o mapa mental o raciocínio é montado em cima do conteúdo principal e vai quebrando essas informações em partes de maneira que o cérebro vai raciocinando e gravando.

O mapa mental é utilizado no processo de organização do pensamento, ajuda a hierarquizar o pensamento e a compreender melhor as informações sobre determinado conteúdo para facilitar a memorização de informações importantes, aumentar a produtividade com menos esforço e investimento de tempo.

Algumas pessoas têm dificuldade em guardar informações estudadas para fazer um vestibular, prova de certificação, concursos públicos ou prova da faculdade, podendo ser utilizado também para fazer resumos.

Como alternativa podemos utilizar os Mapas Mentais para facilitar o aprendizado e memorização em longo prazo, independente do tipo de conteúdo.

Criando um mapa mental

Para criar o mapa mental é necessário somente papel, caneta ou lápis coloridos e criatividade.

Algumas dicas

  • Comece com folha de papel sem pauta horizontal
  • Escreva do centro para as extremidades
  • Defina o tema, matéria, capítulo
  • Utilize cores diferentes
  • Utilize palavras-chaves e principais conceitos
  • Utilize letra de forma, para ser mais legível
  • Utilize letras grandes, pois elas estimulam o canal visual e agilizam as revisões
  • Abrevie as palavras o máximo possível
  • Quebre os temas principais em níveis, de acordo com o grau de importância
  • Abuse de imagens, desenhos que simbolizem o conteúdo abordado

Alguns Softwares

  • XMind
  • Fremind
  • SimpleMind+
  • iThoughtsHD
  • Mindjet

Conclusão

Achei muito interessante a utilização desta técnica para memorizar a estrutura da aplicação, pois e alguns momentos é necessário criar uma nova aplicação e até lembrar de todos os arquivos, locais, libs e configuração, acaba levando algum tempo. Já com o mapa mental me pareceu mais simples e rápido caso amanhã eu precise relembrar. Espero que vocês tenham gostado. Deixem um comentário, falando o que acharam, possíveis dúvidas ou críticas. Um grande abraço!

RUP – Rational Unified Process

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RUP ou Processo Unificado de Desenvolvimento da Rational é uma metodologia. Pode ser entendido também como conjunto de atividades a serem realizadas para produzir ou evoluir um software.

Objetivo
Tem como principal objetivo atender as necessidades dos usuários e garantir uma produção de softwares de alta qualidade, cumprindo um cronograma e um orçamento previsível.

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Utilizado para apoiar o desenvolvimento orientado a objetos, fornecendo uma forma sistemática para se obter vantagens no uso da UML.

Pode ser encontrado também como um software fornecido pela Rational Software.  RUP download.

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Em 2003 foi adquirido pela IBM, tendo a Rational Software Corporation como sua criadora.

Principais características:

  • Baseado em boas práticas de desenvolvimento;
  • Framework para processos;
  • Iterativo e Incremental;
  • Guiado por Use Cases que são usados durante todo o processo de desenvolvimento;
  • Baseado na arquitetura do sistema, pois a arquitetura guia o projeto e implementação das diversas partes do sistema para se conseguir as 5 visões;
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  • Centrado na arquitetura;
  • Utiliza UML para especificar, modelar e documentar artefatos de um sistema. Para implementação em Java ou outra linguagem de programação OO;
  • Definição de métodos onde se define como as coisas deverão ser feitas.
  • Definição de prioridades onde se define quando as coisas de vem ser realizadas, descrevendo metas de desenvolvimento a serem alcançadas.
  • É bem definido e estruturado – define claramente que é responsável pelo que, como as coisas devem ser feitas e quando fazê-las, provê uma estrutura bem definida para: ciclo de vida de um projeto, articulando claramente os marcos ;

Fases
A organização do desenvolvimento de software é definida pelo RUP definindo quatro fases, sendo INICIALIZAÇÃO, ELABORAÇÃO com 2 sub-fases, CONSTRUÇÃO com 4 sub-fases E TRANSIÇÃO com 2 sub-fases.

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As fases citadas tratam questões como questões como levantamento de requisitos, análise, implementação, teste e implantação do software. Estas questões têm maior ou menor no desenvolvimento de software dependendo da fase do desenvolvimento Veja alguns detalhes de cada fase a seguir:

  • Fase de Criação – Neste momento são estabelecidos o escopo e viabilidade econômica do projeto;
  • Fase de Elaboração – São analisados e eliminados os principais riscos e defines-se uma arquitetura estável.
  • Fase de Construção – Concluí-se o desenvolvimento do projeto,desenvolve-se o código fonte e design do aplicativo. Também nesta fase o software é testado a fim para conferir se o objetivo do projeto foi cumprido.
  • Fase de Transição – Nesta fase faz-se o ajuste fino, onde os ajustes finais podem ser baseados em feedback, usabilidade ou problemas de instalação.

As fases e disciplinas são exibidas no gráfico de baleias abaixo:

graficoRUP (1)

Disciplinas de Engenharia

São seis as disciplinas:

  • Modelagem de Negócios;
  • Requisitos;
  • Análise e Projeto (“Design”);
  • Implementação;
  • Teste;
  • Implantação.

Disciplinas de Apoio

As disciplinas de apoio/suporte são:

  • Ambiente;
  • Configuração e Gerência de Mudança;
  • Gerência de Projeto.

Conceitos chave da metodologia

  • Linguagem padrão;
  • Ferramentas de apoio;
  • Equipes treinadas;
  • Fases e Iterações;
  • Modelos;
  • Guias e Padrões;
  • Fluxo de Atividades;
  • Atividades – Unidade de trabalho composta de: objetivos, passos, entradas e saídas, responsável, guias e padrões;
  • Artefatos – Resultantes das atividades, possuem modelos para indicar como devem ser feitos e padronizar os formatos dos documentos;
  • Responsáveis(papéis e perfis, não pessoas) – Gerente, Analista, Desenvolvedor, Testador, Documentador…

Benefícios

  • Qualidade de software;
  • Produtividade no desenvolvimento, operação e manutenção de software;
  • Permite ao profissional controle sobre o desenvolvimento dentro de custos, prazos e níveis de qualidade desejados;

Como alcançar os benefícios citados?

Deve ficar claro que os benefícios não vêm de imediado, é necessário treinamento adequado, adaptação da metodologia ao contexto no qual será utilizada, apoio especializado para as equipes de desenvolvimento e tempo para absorção da metodologia.

Vantagens

  • Processo robusto e bem definido com a geração de artefatos importantes;
  • Os maiores riscos são atacados primeiro, diminuindo as chances de fracasso do projeto.

Desvantagens

  • Complexo e trabalhoso para projetos de pequeno porte;
  • Exige experiência da equipe.

Elementos

São cinco os elementos principais do RUP:

  • Papéis – Ex: Analista de Sistema,Projetista,Projetista de Teste;
  • Atividades – Ex: Planejar, encontrar casos de uso, rever projeto;
  • Artefatos – É um pedaço de informação/produto produzidos durante o desenvolvimento de um projeto, podendo ser modificado ou utilizado em um processo utilizados como entrada de atividades e produzidos como saída.
  • Fluxos de Trabalho – Podem ser representados por diagramas de sequência, colaboração e de atividades, são três tipos: fluxos de trabalho principais associados a cada disciplina, fluxos de trabalho detalhe para detalhar cada fluxo principal e planos de iteração que mostram como a iteração devera ser executada;
  • Disciplinas – É uma coleção de atividades relacionadas que fazem parte de um contexto em um projeto.

RUP possui conceito semelhante ao XP (eXtreme Programming) onde só é produzido aquilo que é realmente útil e necessário e o plano de desenvolvimento é atualizado durante todo o processo de desenvolvimento de software.

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Conclusão

Nesta pesquisa sobre RUP pude concluir que o mesmo pode ser é uma boa opção para aumento de produtividade, qualidade de software, melhorias na manutenção, testes, controle de entrega e com fases e papeis muito definidos. Para projetos de pequeno porte pode não ser muito vantajoso por ser mais burocrático e trabalho. Em resumo o RUP pode ser entendido como um conjunto de metodologias da Engenharia de software utilizando um pouco de cada uma afim de garantir qualidade no desenvolvimento.

Obtenha maiores informações sobre o assunto em http://www-01.ibm.com/software/rational/rup/.

Sobre o Autor:

 fotoazulCarl Edwin Antonio Nascimento é especialista formando em MBA em Desenvolvimento de Software Web pela UNIP, Analista de Sistemas formado pela Faculdade Anhanguera.

Cursou Formação Java Avançado – Laboratório Web com JSF2 com CDI na Caelum–SP em 2013, cursou também Formação Java e AWB(JSF) pela infoSERVER. Seu primeiro contato

com programação na Microcamp onde se formou como Web Design Developer 2008.

Atualmente é Analista Programador Java em uma empresa de Monitoramento e Rastreamento, trabalhou também como Programador pela consultoria InfoSERVER prestando serviço para o Banco
Bradesco 2010-2012 e ministrou aulas como professor de informática 2010–2011.

 

Referências:

http://www.webopedia.com/TERM/R/RUP.html

http://www.infoescola.com/engenharia-de-software/rup/

http://www.inf.ufpr.br/silvia/ESNovo/SweES/pdf/RUPAl.pdf

http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM_Rational_Unified_Process

http://www.angusyoung.org/arquivos/artigos/trabalho_rup.pdf

http://www.cin.ufpe.br/~if717/slides/3-visao-geral-do-rup.pdf

http://tec4rup.wordpress.com/2010/05/26/vantagens-e-desvantagens-do-rup/

http://tec4rup.wordpress.com/2010/05/26/disciplinas/

http://javafree.uol.com.br/artigo/871455/Obtendo-Qualidade-de-Software-com-o-RUP.html

O que é ISO 20000 ?

TI é essencial para a realização dos negócios de hoje. Existem preocupações cada vez maiores sobre os serviços de TI, internos e tercerizados, de não estarem alinhados com as necessidades dos negócios e clientes.

Uma solução reconhecida para este problema é usar o SGS (Sistema de Gerenciamento de Serviços) que será explicado mais a diante, baseado na norma ISO/IEC 20000. A certificação da ISO/IEC 20000 permite a empresa demonstrar para seus clientes, de forma independente, que é cumprido com as melhores práticas.

O que é ISO

A ISO Iinternational Organization for Standardization ou Organização Internacional para Padronização é uma entidade de padronização e normatização, criada em Genegra, na Suiça em 1947. As ISOs tem como objetivo aprovar normas internacionais em todos os campos técnicos, avaliando normas técnicas, classificações de países, normas de procedimentos, processos etc. A ISO no Brasil é representada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Tipos de Classificações da ISO

 Normas Técnicas: Ex. ABNT.

– Classificações: Ex. Códigos de países(PT, PRT, BR).

– Normas de Procedimento: Ex. Gestãode Qualidade, de acordo com a ISO 9000.

Alguns exemplos de ISO

ISO 9000 – Sistema de Gestão de Qualidade em ambientes de Produção.

ISO 4217 – Códigos de Moeda.

ISO 20000 – Tecnologia da Informação: define processos de Gerenciamento de Serviços de TI.

O que é ISO 20000

É a evolução da norma britânica BS 15000 publicada em 2000 pela BSI, que foi o primeiro padrão mundial especificamente direcionado para o Gerenciamento de Serviços de TI, com foco acentuado nas disciplinas de suporte e entrega de serviços de TI. A partir de recomendações de seus usuários a BS 15000 foi reescrita e publicada novamente em 2002, estruturada em duas partes:

– Especificação: Requisitos básicos da norma.

-Código de prática: Diretrizes de suporte detalhadas para a especificação.

Devido a dificuldade de sua difusão em âmbito mundial, em 2005 a ISO em conjunto com IEC International Electrotechnical Commission ou Comissão Eletrotécnica Internacional, evoluiu a BS 15000 para o padrão ISO/IEC 20000.

Objetivos da ISO 20000

Regulamentar um padrão para o gerenciamento de serviços de TI, unificando os conceitos e a visão dos processos que implementam e permitem que os provedores de serviços de TI compreendam os meios através dos quais poderão planejar, executar, verificar e melhorar a qualidade dos serviços entregues, de acordo com os requisitos estabelecidos junto ao negócio e a seus clientes.

Estrutura da ISO/IEC 20000

Divisão dos documentos

Parte 1 – Requisitos do Sistema de Gestão de Serviços

Parte 2 – Código de Prática

Parte 3 – Diretrizes de Escopo

Parte 4 – Modelo de Referência de Processos

Parte 5 – Exemplo de Plano de Implementação

Sistema de Gestão de Serviços – SGS

A ISO/IEC 20000 tem como base principal um SGS, para controlar e dirigir as atividades de gerenciamento de serviços. O SGS possui todas as políticas, objetivos, planos, processos, documentos e recursos de gerenciamento de serviços necessários para o desenho, a transição, entrega e melhoria dos serviços e para atender os requisitos preconizados pela norma.

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MOTIVAÇÃO PARA IMPLEMENTAÇÃO 

  • Busca por melhores práticas de mercado;
  •  Maior participação em nichos de mercado restrito;
  •  Aumentar a qualidade e confiabilidade na entrega dos produtos e serviços;
  •  Aprimorar o gerenciamento de contratos com fornecedores e parceiros.

PROCESSOS

O trabalho com foco em processos constitui em quatros premissas:

  • Planejamento:

Realizar estudo do contrato com o cliente e elaborar o PGS (Plano de Gerenciamento de Serviços), incluindo a implementação do gerenciamento de serviço; entrega de processos do gerenciamento de serviço; mudanças de processos e novos serviços;

Os colaboradores que desempenham atividades no gerenciamento de serviço são capacitados com base em educação, treinamento, habilidades e experiência;

  • Implementação:

É realizada seguindo o definido no PGS para gerenciamento de incidentes e problemas; Gerenciamento de mudanças e liberação; Gerenciamento de disponibilidade, capacidade, continuidade e configuração e qualidade contínua;

  • Entrega de Serviço:

Este processo prevê a definição, os acordos, os registros e o gerenciamento dos níveis de serviços;

  • Medição e monitoramento:

São monitorados, mensurados e analisados criticamente o desempenho comparado com metas definidas para o serviço; Satisfação do cliente; Capacidade de utilização de recursos; Tendências e não conformidades maiores.

Na implementação da NBR ISO/IEC 20000 se utiliza o foco em processos, assim acredita-se que a gestão dos serviços de TI é realizada de forma completa.

Podem ser concluídos dois benefícios principais citados a seguir:

Benefícios da organização:

 –   Atender a demanda maior rapidez e eficiência.

 –   Proporcionar instrumentos para cumprir os níveis de pedidos realizados;

 –   Manter a competitividade da Companhia no mercado;

 –    Manter contratos atuais e futuros com o cliente.

 Benefícios dos colaboradores

 –  Trabalhar em uma companhia que executa atividades com base em orientações e padrões de prestação de serviços aceitos mundialmente;

–    Adquirir práticas de crescimento profissional dentro da Companhia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 http://www.bsibrasil.com.br/certificacao/sistemas_gestao/normas/iso_iec20000/

http://www.significados.com.br/iso/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_Internacional_para_Padroniza%C3%A7%C3%A3o

http://pt.wikipedia.org/wiki/Comiss%C3%A3o_Eletrot%C3%A9cnica_Internacional

http://www.apmg-international.com/br/qualifica%C3%A7%C3%A3o/iso-iec-20000

http://www.green.com.br/curso_green/ISO_20000.htm

http://www.uff.br/sg/index.php/sg/article/viewFile/V5N2A2/V5N2A2

 Soula, José Maria Fiorino ISO/IEC 20000 Gerenciamento de Serviços de Tecnologia da Informação, Brasport.

ABNT NBR ISO/IEC 20000-1. Tecnologia da Informação.

 ABNT NBR ISO/IEC 20000-2, Tecnologia da Informação – Gerenciamento de Serviço   s.

 Parte 2, Código de Prática, 2008b.

 BNT NBR ISO 9000, Sistemas de gestão da qualidade – Fundamentos e Vocabulário, 2005.

 ABNT NBR ISO 9001, Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos , 2008b

 ER. COBIT Foundation Certified. Disponível em: http://www.meyer.eti.br/itil-cobit.png, acessado em dezembro de 2009.

 MORAES, E. A. P.; MARIANO, S. R. H. Uma Revisão dos Modelos de Gestão Em TI. V CNEG (Congresso Nacional de Excelência em Gestão), Niterói. 2008

 NEVES, W. C. G. Diretrizes para a Implantação da Governança de Tecn ologia da Informação com Base no Cobit, a partir de ISO 9001: Aspectos de Gerenciamento de Projetos. Dissertação (Mestrado em Gestão do Conhec imento e Tecnologia da Informação), PPGCTI/Universidade Católica de Brasília. Brasília, 2007.

WBS – Work Breakdown Structure

WBS – Work Breakdown Structure

“WBS é o processo de subdivisão das entregas e do trabalho do projeto em componentes menores e de gerenciamento mais fácil. A WBS é uma decomposição hierárquica orientada às entregas do trabalho a ser executado pela equipe para atingir os objetivos do projeto e criar as entregas requisitadas, sendo que cada nível descendente da WBS representa uma definição gradualmente mais detalhada da definição do trabalho do projeto. A WBS organiza e define o escopo total e representa o trabalho especificado na atual declaração do Escopo do projeto aprovado. O trabalho planejado é contido dentro dos componentes de nível mais baixo da WBS, que são chamados de pacotes de trabalho. Um pacote de trabalho pode ser agendado, ter seu custo estimado, monitorado e controlado. No contexto da WBS, o trabalho se refere a produtos de trabalho ou entregas que são resultado do esforço e não o próprio esforço. “ 

PMOBOK®, Um guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK®) – Quarta Edição, PMI® – Project Management Institute, ISBN: 978-1-933890-70-8.


WBS ou EAP(Estrutura Analítica de Projetos) é uma decomposição do trabalho do projeto em partes menores, estruturada em árvore exaustiva. A estrutura respeita uma hierárquia partindo do mais geral para o mais específico, orientada às entregas (deliverables) que precisam ser .

O objetivo da WBS é identificar os elementos terminais(serviços, produtos e resultados a serem feitos no projeto), é considerada a fase mais importante para o gerente de projetos.

A criação da WBS no projeto serve como base para a maior parte do planejamento do projeto e é utilizada para descrever o escopo do projeto. É criada não só para o gerente do projeto, mas para toda a equipe de execução do projeto, bem como as demais partes interessadas(stakeholders) como clientes e fornecedores.wbsO

Para isso a elaboração da WBS requer do gerente de projeto e equipe o conhecimento das entradas, saídas e ferramentas & técnicas.

Segundo o Guia PMBOK®:

Entradas – Declaração do escopo do Projeto, Documento dos Requisitos, Ativos de Processos organizacionais.
Ferramentas & Técnicas – Decomposição.
Saídas – WBS, Dicionário da WBS, Linha de Base do Escopo, Atualizações dos Documentos do Projeto.

Decomposição
A decomposição é a subdivisão das partes do projeto em componentes menores em que o Gerente do Projeto possa realizar as entregas do trabalho. Estas entregas chamadas de pacotes de trabalho aonde o Gerente de Projeto e equipe de trabalho do Projeto podem estimar o custo e a duração da atividade.
A subdivisão em partes requer uma análise criteriosa do Projeto, existem várias modelos de subdivisões. O PMI® em seu site possui um caderno específico “Practice Standard for Work Breakdown Structures” para o desenvolvimento de uma WBS, as diretrizes para geração, desenvolvimento e aplicação de uma WBS. No caderno podemos obter alguns exemplos e modelos de WBS por setores específicos que necessitam alguns ajustes para o seu projeto.

A profundidade da decomposição depende do tamanho e complexidade do projeto e a necessidade do Gerente de Projetos.

REFERÊNCIAS

http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrutura_anal%C3%ADtica_do_projeto

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

PMOBOK®, Um guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK®) – Quarta Edição, PMI® – Project Management Institute, ISBN: 978-1-933890-70-8.

Ciclo De Vida De Um Projeto

Um projeto é subdividido em determinadas fases de desenvolvimento. O conjunto de fases do projeto denomina-se Ciclo de vida do projeto. A subdivisão do projeto e o entendimento dessas fases permite um melhor controle de recursos gastos para garantir as metas estabelecidas.

O ciclo de vida de um projeto tem uma estrutura básica para o gerenciamento, independente do trabalho específico envolvido. Fase Inicial, Fase(s) Intermediária(s) e a Fase Final. Cada fase do projeto é marcada pela entrega de um ou mais produtos(deliverables), como estudos de viabilidade ou protótipos funcionais.

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No final de cada fase revisa-se os produtos e o desempenho do projeto até o momento. Uma fase começa quando outra termina. Quando há sobreposição entre as fases(overlampping).

Na verdade, o processo de controle dos projetos é uma boa prática recomendada para garantir a integração e interação entre as fases do projeto. Pode-se entender como processo, um conjunto de ações e atividades inter-relacionadas que são executadas para alcançar um objetivo.

fases_do_ciclo_de_vida_dos_projetos_estruturantesCada processo é caracterizado por suas entradas, as ferramentas e as técnicas que podem ser aplicadas, e as saídas. resultantes.
São cinco grupos de processos de gerenciamento de projetos:

Concepção – fase inicial, quando uma determinada necessidade é identificada e transformada em um problema estruturado a ser resolvido por ele.

 Planejamento – fase responsável por identificar e selecionar as melhores estratégias de abordagem do projeto, são desenvolvidos também planos auxiliares de comunicação, qualidade, riscos, suprimentos e recursos humanos.

Execução – fase que materializa tudo aquilo que foi planejado anteriormente.

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Monitoramento – Medição e monitoramento do desempenho do projeto, afim de garantir que os objetivos do projeto serão alcançados através da medição e

monitoramento regular do processo, de modo que as ações corretivas possam ser tomadas quando necessário.

Conclusão – fase quando a execução dos trabalhos é avaliada através de auditoria interna ou de terceiros.

As fases são realizadas quase que simultaneamente, em um ciclo dinâmico de ações. Várias considerações podem ser feitas ao longo do ciclo.

De acordo com a pesquisa realizada pode-se concluir que o ciclo de vida do projeto possui três fases principais sendo a fase inicial, intermediária (planejamento e execução) e final (encerramento).  O controle é uma ação constante no ciclo de vida do projeto e compõe os grupos de processos considerados “boas práticas” de gerenciamento de projetos, de acordo com PMI. Tem muito mais a ser dito sobre o assunto e este é um breve resumo.

Referências

http://www.segplan.go.gov.br/post/ver/143729/ciclo-de-vida-de-um-proje

http://www.devmedia.com.br/o-ciclo-de-vida-de-um-projeto/24244

http://gestaodeprojetos10.blogspot.com.br/2009/06/ciclo-de-vida-do-projeto.html

http://wpm.wikidot.com/conceito:caracteristicas-do-ciclo-de-vida-do-projeto

http://www.diegomacedo.com.br/ciclo-de-vida-e-organizacao-do-projeto/

http://www.wankesleandro.com/2010/10/questao-de-ordem-o-ciclo-de-vida-de-um.html

http://www.moodle.ufba.br/mod/book/view.php?id=10931&chapterid=9945